Você não tem como saber que o serviço foi feito
Não de verdade. Você sabe porque o instalador disse, ou porque o cliente não ligou reclamando. Quando quem executa não é seu funcionário, todo fato sobre o trabalho chega de segunda mão — e quando um deles se revela errado, a nota já saiu.
Um trabalho, da primeira visita ao dinheiro
Seis etapas, na ordem em que dão errado. Nada é redigitado entre uma e outra.
A vistoria
Alguém vai ao local, mede, fotografa e anota o que encontrou, e isso cai dentro do trabalho em vez de numa conversa de WhatsApp. Depois o cliente confirma aquelas medidas por um link — sem login, sem aplicativo — para que "não foi isso que eu pedi" aconteça antes de qualquer corte.
A arte, e quem aprovou
Cada arte nova ganha um número de versão, e a aprovação do cliente é registrada contra a versão que ele de fato aprovou — quem disse sim, em que data e por qual canal: e-mail, WhatsApp, telefone ou pessoalmente. Emitiu versão nova, a aprovação antiga cai — então nada vai para produção com um sim que era sobre outro desenho.
O que está sendo feito, e para quando
Todo trabalho num quadro de produção — uma coluna para vistoria, arte, aprovação, produção e instalação — com o que está atrasado e o que não anda há duas semanas aparecendo por conta própria. Cada passagem fica registrada e assinada por quem a fez, então "cadê o serviço do Henderson?" deixa de exigir um telefonema.
A lista do próprio terceirizado
O instalador vê só os trabalhos que são dele, no celular, com endereço, data e o que precisa levar. Não é acesso ao seu sistema inteiro — é a lista dele.
A prova de que o serviço foi feito
As fotos voltam presas ao trabalho e à instalação, com o registro de quem enviou e quando. Não é uma mensagem dizendo que ficou bom — é uma fotografia, gravada, no serviço a que pertence.
O que entra e o que sai
O que devem a você e o que você deve, cada um com vencimento e marcado como pago ou em aberto, arquivado no cliente ou no fornecedor a que pertence. Quem não pagou deixa de ser uma sexta-feira inteira rolando planilha.
E o cliente ouve você em cada etapa
Podemos ir neste dia, confira estas medidas antes de cortarmos, instalação agendada, instalação amanhã, a data mudou, o serviço está pronto — seis e-mails para o seu cliente, já escritos nas suas palavras, cada um montado para você e enviado num clique. Outros quatro vão para os seus instaladores. Ninguém redige às nove da noite, e ninguém esquece o que dizer. A maioria das reclamações neste ramo não é sobre o serviço; é sobre o silêncio.
O que deixa de ser necessário
- O grupo de WhatsApp com os instaladores, onde o serviço é passado e se perde
- A planilha semanal de trabalhos que só uma pessoa entende
- O caderno de medidas que mora dentro da van
- Caçar qual versão da arte o cliente de fato aprovou
- Ligar para todo mundo na sexta para descobrir o que de fato foi feito
O que ele não faz
- Não roda folha de pagamento. O terceirizado é pago por você, nos seus termos; o sistema diz quanto se deve e a quem.
- Não substitui seu contador. Os números são seus para entregar; declaração de IVA e fechamento do ano continuam onde estão.
- Não faz controle de estoque. Material, ponto de pedido e contagem de almoxarifado não estão nele.
- Não precifica o serviço por você. Não há tabela de preço dentro dele: o valor que você combina é o valor que você digita.
Sinalização foi onde ele nasceu. O desenho é o mesmo em todo ofício que instala.
Vistoriar, aprovar a arte, produzir, instalar, provar, receber — as palavras mudam, a sequência não.
E como isso começa?
Começa por um diagnóstico: acompanhamos um serviço da primeira vistoria à cobrança e mostramos onde ele vaza — e você recebe o que encontrarmos, construindo algo conosco ou não. Aquela página explica o que tem preço e o que é orçado.

Construído com a All UK Signs, que roda a operação inteira nele — da primeira vistoria ao que há a receber. Veja os outros sistemas que construímos.
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