A chamada é um caderno, e as faixas estão na sua cabeça
Os dois funcionam bem com quarenta alunos. Com cento e cinquenta, criança no tatame e quatro professores dividindo a grade, param: ninguém nota o aluno que parou de vir em março, ninguém acha quando uma faixa foi dada, e ninguém sabe qual pai ainda não assinou. Sistema de ginásio conta matrícula. Este foi feito em torno de um clube.
Este está na reta final, não pronto — o clube com quem ele foi construído já roda nele e está colocando o último conteúdo agora. Parte do que está descrito abaixo já é o dia a dia do clube, e parte ainda está sendo terminada; preferimos dizer isso do que chamar de pronto um mês antes.
Dez áreas, começando pela que acontece toda noite
Construído em torno de um clube de cento e cinquenta alunos com cerca de duzentos check-ins por semana.
Quem treinou, e quando
Toda chegada registrada na recepção, com a hora em que aconteceu, no aluno a que pertence. É o que acontece duzentas vezes por semana, e é o que um caderno perde.
O aluno
Quem é, quanto paga, que faixa tem e o histórico inteiro de como chegou nela — e, no caso das crianças, quem é o responsável e qual o parentesco.
Faixa e grau, como histórico
Toda promoção guardada: quem, qual faixa, quantos graus, quando. Não é o estado atual escrito por cima do anterior — é o registro inteiro, e uma graduação de anos atrás continua lá para ser vista.
A semana, registrada
A grade fixa da semana, registrada: cada turma pelo nome, com o dia, a hora e o professor que a dá. A aula das crianças na terça deixa de ser coisa que uma pessoa lembra.
Mensalidade, e quem está atrasado
Planos, quanto cada aluno paga, as faturas que você emite e os pagamentos delas — com o que está vencido no painel em vez de na sua cabeça. E o sinal que planilha de mensalidade nunca dá: o aluno que não pisa no tatame há duas semanas.
Quem pediu uma aula experimental
Quem perguntou fica na lista desde a primeira mensagem, com anotação do que foi dito, até matricular ou sumir. Não um nome anotado num papel atrás do balcão.
Quem ainda não assinou
O sistema sabe quais alunos ativos ainda não têm termo assinado no arquivo, e avisa no painel — em vez de você descobrir quando for procurar um. O registro guarda quem é o responsável, que é quem tem de assinar pela criança.
Professores e permissões
Dono, recepção, professor — cada um vê o que é dele, e as alterações na ficha de um aluno vão para um registro de auditoria.
Trazer o clube para dentro
A lista de alunos que você já tem não é digitada duas vezes. Nome, contato, data de nascimento e situação entram de um arquivo, para o primeiro dia não ser uma semana de digitação.
O site do próprio clube
Grade, professores, fotos e o texto de cada página — editados pelo clube, não por nós, e sem abrir chamado toda vez que uma aula muda de horário.


Clube aqui não é academia em lugar nenhum
A maioria dos seus alunos é criança, então quem assina não é quem treina — e isso precisa estar no registro, não no entendimento. E um clube tocado como clube amador de esporte pode se registrar como CASC e pagar muito menos de business rates: não faz parte deste sistema, e não vamos fingir que faz, mas a maioria dos clubes que encontramos nunca ouviu falar que isso existe.
O que deixa de ser necessário
- A chamada na mesa, com a folha que molhou
- A planilha de mensalidade, e a cobrança no grupo de WhatsApp
- Histórico de graduação que mora só na memória do professor
- Vasculhar uma pasta de termos em papel para descobrir quem está sem
- Assinatura de sistema de ginásio que conta matrícula e não entende faixa
O que ele não faz
- Não é plataforma de transmissão — o escopo é tocar o clube, não hospedar uma videoteca de aulas.
- Não emite recibo fiscal por conta própria, e não declara nada à HMRC.
- Não faz o registro de CASC nem de Gift Aid por você. Isso é decisão do clube com o contador dele — podemos apontar o caminho, o que não é a mesma coisa.
- Não organiza campeonato, chave nem pontuação.
Jiu-jitsu foi onde ele nasceu. Todo clube que gradua e faz chamada funciona igual.
Todos eles fazem chamada, ensinam por um programa, graduam seus alunos, correm atrás da mensalidade e têm uma sala cheia de criança — a arte muda, o jeito de tocar não.
E como isso começa?
Começa por um diagnóstico: olhamos como o clube funciona hoje — a chamada, a mensalidade, a graduação — e você recebe o que encontrarmos, construindo algo conosco ou não. Aquela página explica o que tem preço e o que é orçado.

Construído com a BJJ House Academy, no Reino Unido, que está colocando o clube dela nele agora. Veja os outros sistemas que construímos.
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